Este relatório apresenta uma análise estratégica da cadeia de valor da carne suína na Vila de Ulónguè, em Moçambique, utilizando a matriz FOFA como principal ferramenta de diagnóstico. O estudo baseia-se numa abordagem mista, combinando métodos qualitativos e quantitativos, com recolha de dados junto de produtores, comerciantes e consumidores.
Os resultados evidenciam que a cadeia é predominantemente informal, com forte participação de produtores familiares, baixa assistência técnica e limitações significativas em infraestruturas, especialmente no maneio, transporte e conservação da carne. A alimentação dos animais é pouco diversificada, as condições sanitárias são frágeis e há elevada vulnerabilidade a doenças como a peste suína africana.
Do ponto de vista do mercado, embora exista procura e um sistema de comercialização activo, predominam práticas pouco estruturadas, com fraca padronização e ausência de mecanismos de controlo de qualidade. O consumidor demonstra preferência por cortes específicos e sensibilidade à relação preço-qualidade, mas possui baixo nível de informação sobre o produto.
A análise FOFA revela que, apesar das fraquezas estruturais, a cadeia possui oportunidades relevantes, como expansão de mercado, melhoria tecnológica e integração entre os actores. No entanto, ameaças como doenças, escassez de insumos e limitações institucionais continuam a comprometer o seu desenvolvimento.
Conclui-se que a cadeia de valor da suinicultura em Ulónguè tem elevado potencial económico e social, mas necessita de intervenções estratégicas focadas na profissionalização da produção, melhoria das infraestruturas, organização dos actores e reforço da segurança sanitária, de modo a transformar-se num sector competitivo e sustentável.
Os resultados evidenciam que a cadeia é predominantemente informal, com forte participação de produtores familiares, baixa assistência técnica e limitações significativas em infraestruturas, especialmente no maneio, transporte e conservação da carne. A alimentação dos animais é pouco diversificada, as condições sanitárias são frágeis e há elevada vulnerabilidade a doenças como a peste suína africana.
Do ponto de vista do mercado, embora exista procura e um sistema de comercialização activo, predominam práticas pouco estruturadas, com fraca padronização e ausência de mecanismos de controlo de qualidade. O consumidor demonstra preferência por cortes específicos e sensibilidade à relação preço-qualidade, mas possui baixo nível de informação sobre o produto.
A análise FOFA revela que, apesar das fraquezas estruturais, a cadeia possui oportunidades relevantes, como expansão de mercado, melhoria tecnológica e integração entre os actores. No entanto, ameaças como doenças, escassez de insumos e limitações institucionais continuam a comprometer o seu desenvolvimento.
Conclui-se que a cadeia de valor da suinicultura em Ulónguè tem elevado potencial económico e social, mas necessita de intervenções estratégicas focadas na profissionalização da produção, melhoria das infraestruturas, organização dos actores e reforço da segurança sanitária, de modo a transformar-se num sector competitivo e sustentável.